A coerência e a coesão / Redação UNICAMP (Discurso de apresentação de evento)

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A coesão por retomada ou antecipação pode ser feita por: pronomes, verbos, numerais, advérbios, substantivos, adjetivos.
A coesão por encadeamento pode ser feita por conexão ou por justaposição.

 

1)     A coesão por conexão traz elementos que:

 

a) fazem uma gradação na direção de uma conclusão: “até”, “mesmo”, “inclusive” etc;
b) argumentam em direção a conclusões opostas: “caso contrário”, “ou”, “ou então”, “quer… quer”; etc;
c) ligam argumentos em favor de uma mesma conclusão: “e”, “também”, “ainda”, “nem”, “não só… mas também” etc;
d) fazem comparação de superioridade, de inferioridade ou igualdade: “mais… do que”, “menos… do que”, “tanto… quanto”, etc
e) justificam ou explicam o que foi dito: “porque”, “já que”, “que”, “pois” etc;
f) introduzem uma conclusão: portanto, logo, por conseguinte, pois, etc;
g) contrapõem argumentos: “mas”, “porém”, “todavia”, “contudo”, “entretanto”, “no entanto”, “embora”, “ainda que” etc;
h) indicam uma generalização do que já foi dito: “de fato”, “aliás”, “realmente”, “também” etc;
i) introduzem argumento decisivo: “aliás”, “além disso”, “ademais”, “além de tudo” etc;
j) trazem uma correção ou reforçam o conteúdo do já dito: “ou melhor”, “ao contrário”, “de fato”, “isto é”, “quer dizer”, “ou seja”, etc;
l) trazem uma confirmação ou explicitação: “assim”, “dessa maneira”, “desse modo”, etc;
m) especificam ou exemplificam o que foi dito: “por exemplo”, como, etc

2) Os elementos coesivos por justaposição estabelecem a sequência do texto, ou seja:

a) introduzem o tema ou indicam mudança de assunto: “a propósito”, “por falar nisso”, “mas voltando ao assunto” etc;
b) marcam a sequência temporal: “cinco anos depois”, “um pouco mais tarde”, etc;
c) indicam a ordenação espacial: “à direita”, “na frente”, “atrás”, etc;
d) indicam a ordem dos assuntos do texto: “primeiramente”, “a seguir”, “finalmente”, etc;

Para analisar o papel da coesão na construção dos sentidos de um texto, faça a correlação entre os provérbios e os elementos coesivos respectivos, preenchendo as lacunas, de tal forma que haja coerência entre as duas partes que constituem esse tipo de texto:

 

Para concluir, podemos afirmar que o texto é tanto produto como processo. Ao escrever, o autor planeja seu texto, a partir de sua finalidade, deixando pistas de sua intencionalidade. O leitor, por sua vez, vai perseguindo essas pistas, para poder interpretar o texto. Nesse sentido, a coesão textual – ou pistas linguísticas – tem uma importante função na produção de todo e qualquer texto.

 

 

UNICAMP 2011

TEXTO 2

Coloque-se no lugar de um líder de grêmio estudantil que tem recebido reclamações dos colegas sobre o

ensino de ciências em sua escola e que, depois de ler a entrevista com Tatiana Nahas na revista de divulgação científica Ciência Hoje, decide convidá-la a dar uma palestra para os alunos e professores da escola. Escreva um discurso de apresentação do evento, adequado à modalidade oral formal. Você, necessariamente, deverá:

a) apresentar um diagnóstico com três (3) problemas do ensino de ciências em sua escola; e

b) justificar a presença da convidada, mostrando em que medida as ideias por ela expressas na entrevista

podem oferecer subsídios para a superação dos problemas diagnosticados.

 

 

 

Escola na mídia

Tatiana Nahas. Bióloga e professora de ensino médio, tuiteira e blogueira. Aos 34 anos, ela cuida da página

Ciência na mídia, que, nas suas palavras, “propõe um olhar analítico sobre como a ciência e o cientista são

representados na mídia”.

Ciência Hoje: É perceptível que seu blogue dá destaque, cada vez mais, à educação e ao ensino de ciências.

Tatiana Nahas: Na verdade, é uma retomada dessa direção. Eu já tinha um histórico de trabalho em projetos

educacionais diversos. Mas, mais que isso tudo, acho que antes ainda vem o fato de que não dissocio

sobremaneira pesquisa de ensino. E nem de divulgação científica.

CH: Como você leva a sua experiência na rede e com novas tecnologias para os seus alunos?

TH: Eu não faço nenhuma separação que fique nítida entre o que está relacionado a novas tecnologias e o

que não está. Simplesmente ora estamos usando um livro, ora os alunos estão criando objetos de

aprendizagem relacionados a determinado conteúdo, como jogos. Um exemplo do que quero dizer: outro dia

estávamos em uma aula de microscopia no laboratório de biologia. Os alunos viram o microscópio,

aprenderam a manipulá-lo, conheceram um pouco sobre a história dos estudos citológicos caminhando em

paralelo com a história do desenvolvimento dos equipamentos ópticos, etc. Em dado ponto da aula, tinham

que resolver o problema de como estimar o tamanho das células que observavam. Contas feitas, discussão

encaminhada, passamos para a projeção de uma ferramenta desenvolvida para a internet por um grupo da

Universidade de Utah. Foi um complemento perfeito para a aula. Os alunos não só adoraram, como tiveram

a possibilidade de visualizar diferentes células, objetos, estruturas e átomos de forma comparativa, interativa,

divertida e extremamente clara. Por melhor que fosse a aula, não teria conseguido o alcance que essa

ferramenta propiciou. Veja, não estou competindo com esses recursos e nem usando-os como muleta. Esses

recursos são exatamente o que o nome diz: recursos. Têm que fazer parte da educação porque fazem parte

do mundo, simples assim.

Ah, mas e o monte de bobagens que encontramos na internet? Bom, mas há um monte de bobagens

também nos jornais, nos livros e em outros meios “mais consolidados”. Há um monte de bobagens mesmo

nos livros didáticos. A questão está no que deve ser o foco da educação: o conteúdo puro e simples ou as

habilidades de relacionar, de interpretar, de extrapolar, de criar, etc.?

CH: Você acha que é necessário mudar muita coisa no ensino de ciências, especificamente?

TN: Eu diria que há duas principais falhas no nosso ensino de ciências. Uma reside no quase completo

esquecimento da história da ciência na sala de aula, o que faz com que os alunos desenvolvam a noção de

que ideias e teorias surgem repentinamente e prontas na mente dos cientistas. Outra falha que vejo está no

fato de que pouco se exercita o método científico ao ensinar ciências. Não dá para esperar que o aluno

entenda o modus operandi da ciência sem mostrar o método científico e o processo de pesquisa, incluindo

os percalços inerentes a uma investigação científica. Sem mostrar a construção coletiva da ciência. Sem

mostrar que a controvérsia faz parte do processo de construção do conhecimento científico e que há muito

desenvolvimento na ciência a partir dessas controvérsias. Caso contrário, teremos alunos que farão coro

com a média da população que se queixa, ao ouvir notícias de jornal, que os cientistas não se resolvem e

uma hora dizem que manteiga faz bem e outra hora dizem que manteiga faz mal. Ou seja, já temos alguns

meios de divulgação que não compreendem o funcionamento da ciência e a divulgam de maneira

equivocada. Vamos também formar leitores acríticos?

(Adaptado de Thiago Camelo, Ciência Hoje On-line. Disponível em http.cienciahoje.com.br. Acesso em: 04/03/2010.)

 

 

“Entrega teu caminho ao Senhor e tudo Ele fará.”

Carinhosamente;

 

Valéria Duarte

O que é a morte para o cristão?

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O que é a morte para o cristão?

Não há perda para quem crer no Senhor Jesus ressuscitado, como Salvador. Há propósitos maiores e melhores em tudo o que  provém as vontade do Pai, pois o amor do Senhor é maior do que nossos olhos carnais podem ver. Quando aprendermos viver pelo Espírito, deixaremos as atitudes egoístas e louvaremos mais o Senhor em todo tempo e em toda circunstância.

Vejamos as promessas do Senhor em Apocalipse 21 e 22, intitulada “A nova Jerusalém”, e compreenderemos o que Deus preparou para os seus.

A descrição da Cidade Santa faz com que renovemos nossa esperança e entreguemo-nos ao Pai, sem reservas e limites.

O homem, de maneira carnal e materialista, não sabe lidar com perda alguma. A sensação de perda traz a tristeza, e em casos de mortes de alguém querido, às vezes leva muitos à depressão.

Certamente, a ausência de quem amamos nos trará sofrimento. É natural que o homem sofra, chore e se entristeça por sentir que a companhia de alguém querido já não lhe seja mais possível. A tristeza, o pranto, a dor fazem parte da trajetória humana.

 Vejamos (Eclesiastes 3-1/4/5)

 “Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Tempo de chorar, e tempo de rir, de prantear,e tempo de dançar; tempo de  espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras;  tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar.”

Cada homem manifesta sua tristeza de uma forma. Uns se calam. Outros choram. O homem vê a morte como uma grande perda e faz deste, um momento de choro e lamentações. Jesus veio para nos dar a certeza de que não houve perda. A ressurreição nos dá a certeza de que um dia, junto do Salvador, também ressuscitaremos. Se somos cristãos, não duvidamos do propósito, nem das promessas do Pai para conosco.

Percebo, em velórios, e quando perdi meu pai, não foi diferente, que durante a presença do corpo, naquele lugar, há muitas lágrimas, mas aos poucos, as pessoas vão agindo de maneira mais tranquila. Porém, quando é chegado o momento de tampar o caixão e enterrar aquele corpo, representando ali, apenas a matéria fria, sem a presença do sopro de Deus (o Espírito), há geralmente, um grande desespero, muitas lágrimas e a tristeza se intensifica, porque é difícil para a maioria das pessoas se desgarrarem do que é matéria. Ainda que tenham ciência de que aquele corpo não representa mais a presença do Espírito de Deus, pois é a matéria que volta à terra, pela qual foi formada, este é o momento de maior sofrimento desde que souberam daquele falecimento.

Por quê? Porque ainda não aprendemos a agir, conforme a vontade do Senhor. Porque valorizamos e nos preocupamos mais com a carne, com a matéria do que com o espírito.Porque não temos o discernimento para reconhecer que Deus está operando algo, por certo maravilhoso, naquele momento. Encontrar o Senhor deve ser o desejo dos nossos corações. Sem dúvida, que segundo a vontade do próprio Pai. Acredito que a morte pode marcar para alguém ligado ao falecido, ou para o próprio falecido, a marca do seu Dia de Calendário.

Devemos pensar na morte como algo meramente físico, e buscar no amor do Senhor, no refrigério que nos é dado pelo Espírito Santo de Deus e na fé de que a vida eterna é uma realidade que se aproxima dos que crêem,a coragem para continuar nossa caminhada com Jesus, seguindo os ensinamentos deste Pai que tem sempre o melhor para nossas vidas.

Nossa alegria deve se encontrar no Senhor. Ele é capaz de suprir nossas necessidades, nossas ausências, enchendo-nos da esperança de ver e viver a Nova Jerusalém, onde não haverá  nenhum clamor, não haverá morte e nem choro, nem se fará necessária a luz do sol ou da lua, pois a Luz de Jesus resplandecerá sua glória sobre todos aqueles que nele creem.

Por isso, amados irmãos, há um tempo para chorar; mas também para sorrir. As lágrimas de nossos olhos não podem nos afastar da presença do Senhor, pois Ele é o único capaz de nos dar sabedoria para enxugá-las verdadeiramente e nos fazer dignos de recebermos Dele a salvação.

O adversário busca frestas pelas quais possa entrar em nossas vidas, levar-nos à tristeza da alma e perdermos o brilho do Espírito. Não podemos permitir que a falta de fé nos propósitos do Senhor, faça da morte uma fresta para o inimigo de nossas almas. É preciso buscar a comunhão com o Senhor,clamar ao Pai a sua fortaleza, quando nos sentimos enfraquecidos e esperar no nosso Salvador, o dia da nossa restauração eterna.

Assim como Jesus venceu a morte e ressuscitou, por amor a nós; nós também, haveremos de ressuscitar na glória do nosso Deus.”Porque se os mortos não ressuscitam, também não ressuscitou.E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E  também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se esperamos em Cristo nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” (1Coríntios 15-16 a19)

 

 

 

 

 

Uma mensagem de amor

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  Uma mensagem de amor

 

Você acredita em milagre? Está é uma história de um lindo milagre que o Senhor operou no meio de nós.

Há pouco mais de cinco anos, nasceu no coração de Deus um sonho. Aprouve ao nosso bom Pai que este sonho se realizasse em nossas vidas.

Então, em oração, Deus falou ao  meu coração de mãe que eu já havia recebido no ventre uma grande bênção. Ministrou ainda, que seria uma varão para honrar e glorificar o nome do Senhor nesta terra.

Assim, já sabíamos que seria um menino, e  de uma maneira sublime, mas singular, escolhemos o nome do nosso presente, sem sequer ficar em dúvida entre outra sugestão: Miguel.

Mas os oito meses de espera não foram fáceis. As adversidades nos problemas de saúde, entre idas e vindas ao hospital,  mostravam-nos que a bênção seria maravilhosa.

No parto, o médico já desistia da vida da mãe, mas o Senhor me disse: “Eu sou contigo” e  para aquele médico, dissemos que as mãos do nosso amado Deus estavam sobre as dele.Enquanto isso, a tranquilidade do Espírito Santo repousou sobre mim e ainda com a hemorragia em que praticamente, todo meu sangue se perdeu e durante a transfusão de sangue, mais uma vez a palavra do Senhor veio ao meu coração. E até dormindo, eu sonhava com o salmo 23, pois esta é a verdadeira rocha: Jesus. “O Senhor é meu pastor e nada me faltará. (…) Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, eu não temeria,porque tu,Senhor, estás comigo.”(…)

Caros amigos e irmãos, foi nesta certeza de que o Pai me sustentava e me amparava que em meu coração, durante os cinco dias no hospital, para o nascimento de Miguel e restauração de nossa saúde,eu mantive a tranquilidade e a alegria, porque todo aquele que tem promessa de Deus em sua vida, não morre sem assistir ao seu cumprimento.

Eis a promessa do Senhor cumprida, alegrando e abençoando nossos dias!

Você que está lendo tudo isso faz parte desta história e vive conosco o sonho de Deus para nós. Obrigado por sua abençoada presença e companhia junto a nós.

Graça e paz ao seu coração e à sua família, e os sonhos do Senhor continuem se realizando no meio de nós todos!

Carinhosamente;

Luciano e Valéria

22/06/2012

“Entrega teus caminhos ao Senhor, confia Nele e tudo Ele fará.”

Meninas de Santana do Paraíso, muito obrigada!

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Hoje foi um dia muito especial! Tive a oportunidade de conviver com educadoras maravilhosas….

Meninas de Santana do Paraíso, obrigada pela participação ativa no nosso curso de capacitação. Os encontros do dia 26 de junho e de hoje, 11 de julho, foram de grande importância para mim. Aprendi muito com vocêsQ

Obrigada! Que Deus continue abençoando vocês!

Carinhosamente;

Valéria Duarte

Gincana… Maratona… chamem como quiser, mas as aulas de redação serão maravilhosas nos próximos dias! Aguardem!

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Inovação?              

Coerência e coesão…

Brincando de montar e desmontar o texto…  ou de atender a proposta da UNICAMP a várias mãos eaté criando situações dignas de cinema….

É assim que saíremos  da rotina  e teremos a melhor prática de Redação já vivida!

kkkkk… Tenho certeza DE QUE DIRÃO:

“Como pude viver até hoje sem essa aula?” kkkk

Turma, nós faremos um trabalho mega-bacana!

Beijocas….  

 Que Deus abençoe a todos!

Professora Valéria Duarte